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28 agosto 2016

Matéria Curiosa: Transportes

matéria--transportes-faculdade-de-turismo-Uma das matérias que existem na faculdade de turismo é a de transportes, e neste semestre que passou pude perceber que foi uma das que mais gostei!
O conhecimento da professora ajudou muito, mas a matéria em si te dá aquela vontade de estudar, de ir as aulas descobrir novos meios de transporte e saber além do motivo da criação de cada um, as tecnologias que se desenvolveram até os dias atuais, é realmente muito bacana!
Aqui, vou contar um pouquinho do que aprendi para vocês:

O que tem a ver com turismo?
Exatamente TUDO! Basicamente não há como fazer turismoque é o ato de passar mais de 24 horas e menos de 01 ano em um local – sem utilizar algum meio de transporte, pois eles são meios de se chegar ao local e também, são utilizados no mesmo.

Quais existem?
Já foram utilizados muitos tipos de transportes até mesmo antes da invenção da roda, mas vamos aos mais atuais:

Fonte: Pixabay

Fonte: Pixabay

  • Hidroviários: Esse é o nome que se dá ao transportes que se movem nas águas sendo eles Marítimos, Fluviais (navegam nos rios) e Lacustres (navegam em lagos e espaços menores).

 

  • Ferroviário: Este tipo é o mais diferenciado não se restringe somente a parte terrestre (seja levando passageiros ou cargas), há também a ferrovia aérea! Você sabia que um teleférico, um funicular, uma telecadeira ou um telesqui tem o mesmo efeito de transporte por serem guiados por cabos mas pelos ares.

 

  • Rodoviário: Este é aquele que conhecemos mesmo: carros, ônibus, motocicletas, caminhões e até mesmo bicicleta, pois utilizam o chão para se locomover e transportar pessoas.

 

  • Aéreo: Este é outro meio diferenciado comumente conhecemos como transporte aéreo apenas aviões, helicópteros e dirigíveis, mas são considerados também os asa deltas, balões e planadores.

Vantagens de cada um deles:

Os hidroviários possuem uma maior opção de lazer atualmente (como podemos perceber nos navios) e seus períodos de viagens são maiores.

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Fonte: Pixabay

Não é tão comum aqui no Brasil, mas em outros países as viagens são feitas através de trens que oferecem hospedagem e serviços de alimentação a bordo.

Bônus:

  • Transporte Espacial: Este meio não estudamos na matéria de transporte (afinal, o turismo é interdisciplinar) – mas apresentamos um trabalho sobre esse meio de transporte em que há algum tempo já vem sendo um desejo do homem: conhecer as órbitas. Esse transporte pode ser feito de  foguete e aeronave espacial a um custo alto.

Nessa matéria, aprendemos também sobre como funcionam estes meios de transportes como produtos a serem oferecidos pelos agentes de viagens. E como disse ali em cima, vai ter spoiler do meu tema de trabalho de conclusão de curso: escolhemos um tema que tem a ver com eventos em transportes hidroviários, mas depois da entrega final eu conto tudo para vocês 😀

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19 agosto 2016

Turismo, hotelaria, gastronomia e um amor: transmitir conhecimento! – Entrevista Patricia Macchia

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Ficamos muito felizes com o retorno de vocês em nossa primeira entrevista e como já fazia parte do projeto, hoje trago mais uma inspiração: a professora Patricia Macchia. Ela nos falará do amor que sente pela gastronomia, hotelaria e turismo – que não se separam um só minuto – e de tantas coisas boas que ela sente ao compartilhar conhecimento com seus alunos.

 

Falando em Turismo: Como chegou até o curso de Gastronomia?

Patricia: Bom, a Gastronomia entrou na minha vida como segunda formação, já trabalhava na área de enfermagem e eu resolvi mudar por um pouco por conta da pressão e do ambiente difícil e passeando no shopping, vi um quiosque escrito “Processo seletivo para alunos de Gastronomia na Universidade Paulista”  e me interessei. Despretensiosamente prestei vestibular e fui aprovada, ingressei numa turma de meio ano e como o curso era tecnólogo logo me formei.

E durante o curso eu tive um professor chamado Wilian Estevão, formado em Turismo que me incentivou muito a dar continuidade aos estudos e ir para a docência.

Porque eu tinha curiosidade e a docência precisa que você seja curioso que você não se contente só com aquilo que está sendo apresentado a você, então essa curiosidade e esse professor me guiando me levaram a logo que eu conclui o curso a prestar uma prova para docência com ênfase em hotelaria, gastronomia e turismo mesmo, então, eu fui me habilitar para ser professora nessa área no Senac. E nesse curso foi que eu comecei a ter contato com o turismo e a hotelaria, pois a minha melhor amiga no curso era Concierge no Sheraton e tinha inclusive o “Le Cledor” e as chaves da cidade de São Paulo que é uma graduação bem avançada na hotelaria e ela me introduziu esse mundo da hotelaria que me deixou muito mais curiosa e um colega nosso que era Turismólogo formado pela USP e nesse momento eu entendi que a USP é uma excelente faculdade, mas é muito teórica e o turismo precisa de um pouco dos dois: teoria e prática, e eu sentia falta nele do operacional mas ele começou a trabalhar em uma agência de viagens e eu passei a conheci o universo do turismo e da hotelaria e comecei a fazer os elos com a gastronomia.

O que foi fantástico pois me deu oportunidade de saber o que eu precisava ensinar pro meu aluno de hotelaria sobre gastronomia, o que eu precisava ensinar pro meu aluno de turismo sobre gastronomia e o que eu precisava ensinar sobre o gastrólogo sobre gastronomia.

O turismo tem além do receptivo ,  passar informações sobre a cultura e a localidade e cultura gastronômica inclusive. O hoteleiro está na parte de serviços, mesmo de como receber, o que apresentar, de que forma omo se portar e o gastrólogo é o operacional o chefe de cozinha que todos acham que é o glamour de revista mas que não tem nada disso, na verdade é um operacional bem pesado inclusive.

E na pós, com esses amigos eu fui conhecendo as três áreas ao mesmo tempo, porque na graduação só havia tido acesso ao operacional mesmo.

 

FET: Quando surgiu a vontade de seguir nesse mundo dos sonhos que envolve o Turismo?

Patricia: Então, na verdade eu não me sinto atrelada a nenhum deles especificamente. Tem muitas  coisas no turismo que eu gosto, que eu conheci e hoje eu já vejo o turismo de outra forma e não consigo mais ver como turista. Eu sou apaixonada pela hotelaria, mesmo! E há algumas coisas que ainda me envolvem na gastronomia. E eu não saberia falar de uma coisa só, primeiro que as três áreas estão intimamente ligadas, não dá para falar de turismo sem falar de hotelaria ou de gastronomia.

Um exemplo é quando alguém diz: “Aí fui viajar para Fortaleza” e você logo pergunta “E você comeu as tapiocas de lá?” ou outro destino, você sempre pergunta se a pessoa comeu algo típico porque é a primeira coisa que nos remete: uma paisagem ou um alimento e as vezes ao mesmo tempo.

 

FET: Quando decidiu optar pela área acadêmica?

Patricia: Eu nunca imaginei, depois de velha, que eu fosse para outra que não a médica, pois sempre trabalhei muito nisso.

A docência ela sempre permeou na minha vida porque a minha primeira formação foi o magistério, porque na minha época existia esse curso e acho que vocês nem devem saber o que é: quando você chegava no colegial, podia terminar o colegial normalmente ou você podia fazer o magistério que numa época antes da minha se chamava “curso normal” e era onde as mulheres iam se preparar para ser professoras na pré-escola e eu já lecionava educação infantil e a docência só saiu nessa parte da minha vida.

E o turismo e a hotelaria só complementaram a gastronomia pra mim e foi uma oportunidade incrível que eu tive. Sou  da última turma do Senac de docência para ensino superior com ênfase em turismo e hotelaria, depois disso eles tem docência para ensino superior onde há publicidade, direito e só.

E quando meus colegas iam apresentar os trabalhos, os turismólogos e hoteleiros, eu ficava fascinada pelo que eles estavam falando e então eu comecei a ver e modificar a lente já naquela época e convivendo com vocês, aprendendo junto com os alunos e tentando deixar as minhas disciplinas bastante presentes na área de de atuação de vocês, aí não tem jeito você vai desbravando e por curiosidade, eu fiz muita visita técnica em hotéis com a hotelaria, em aeroportos, com o pessoal de turismo nas viagens mesmo não precisando ir eu fazia questão de ir, mas foram coisas que eu fui buscando e todas elas tinham a gastronomia envolvido, afinal, todo mundo precisa comer rs.

 

FET: O que já aconteceu de mais inusitado e engraçado?

Patricia: Engraçado é toda aula né. É você estar na frente de uma sala com 124 alunos e não conseguir falar “salsicha” de jeito nenhum e todo mundo esperando sair a palavra direito e não saia. É você virar para passar  matéria na lousa e aparecer uma bolinha de papel que era para um aluno e veio parar na professora. Já entrei em sala errada e comecei a dar aula, já fui dar aula em um campus quando era outro e só perceber quando a menina da sala dos professores avisou e eu sai como uma louca para o outro, é muita coisa que acontece, eu já cai do palanque, já perdi um salto subindo no palanque e ficou, já fiz de tudo!

Mas a profissão é maravilhosa, esse contato com pessoas é o que faz a gente não conseguir sair. Você pode dizer que eu poderia ganhar mais, ganhar com os cupcakes que faço, com a comida ou como consultora em um lugar mas eu não teria isso que eu tenho, essa oportunidade e envolvimento. Por mais que você fale que precisa distanciar, tem gente que consegue distanciar mas eu sou assim: se eu não estiver próxima eu não trago pra mim e não compartilho, mesmo sabendo que nem todo mundo quer ficar próximo e nem todo mundo fica.

 

FET: O que ninguém  sabe sobre a sua profissão? 

Patricia: Eu acho que todo mundo sabe tudo sobre o professor, o que falta é as pessoas acreditarem no que a gente fala. As vezes a pessoa lembra do que você disse numa situação que já não tem mais volta como quando você diz que o importante não é você ter seu certificado é você ter aprendizado, que o certificado hoje não é a coisa mais difícil do mundo existe um acesso mais fácil , eu por exemplo quando fiz magistério não tive química física e biologia pois o foco era humanas e eu prestei vestibular com essas matérias que não tive e eu entrei na faculdade. Então, o acesso a faculdade não é dificil só que o que a gente precisa entender que quem seleciona é o mercado de trabalho, só que ele seleciona a partir  base naquilo que você adquiriu de conhecimento até aqui, independente da universidade que você faça pois quem faz a universidade é o aluno, pois o professor pode dar aula em diversas faculdades caras e baratas e o conteúdo é bem próximo e a gente procura passar para vocês, mas só aprende quem quer. Você pode passar na prova, que é a teoria um papel escrito mas no seu dia a dia você precisa provar que aprendeu aquilo, colocar na prática o conhecimento.

O que ninguém sabe da minha profissão é primeiro é que tudo que um professor quer é que você cresça e vença, mesmo, porque ninguém escolhe ser professor por salário, é mais por amo mesmo. E segundo é que, ao menos para mim, ela é maravilhosa: a energia e o retorno que você recebe é maravilhoso não há como quantificar e mensurar a alegria de ver um aluno bem colocado ou que lembra que daquele dia, daquela aula, daquela conversa e é algo que os outros podem não perceber mas a gente percebe e é motivador e isso te faz ser melhor e no meu caso eu senti muito mais responsabilidade quando eu comecei a  ministrar matérias que não eram apenas de gastronomia e passei meses estudando pois aquilo é para vocês é a vida de vocês daqui para frente. E muitas vezes o aluno não tem noção disso, do quanto é importante você fazer parte da vida do aluno.

 

FET: Ainda falta realizar algum sonho?

Patricia: Nossa, profissionalmente falta e eu acho que vai um pouco daquilo que falei acima, ver vocês colocando em prática o que nós ensinamos porque esse é o nosso combustível. Falta aparecer alguém de boa vontade, um governante que realmente acredite que a gente precisa de pessoas capacitadas para desenvolver os cargos, porque não adianta nada enfiar a pessoa na faculdade sem dar uma base pois ela ficará frustrada. E eu gostaria muito de ver a profissão de vocês regulamentadas e a de gastrólogo também, pois eu tive a oportunidade de desenvolver um cardápio para um lugar bem específico  e tive que pagar uma nutricionista para assinar algo que eu desenvolvi, porque eu não tenho um conselho que me rege. Desejo ver todos os meus alunos realizados profissionalmente e que nenhum saia daqui  frustrados e  que o esforço de vocês seja valorizado, em todos os sentidos, tanto pelo respeito a profissão e sua importância e pela remuneração. E acho que meu maior sonho é ter turma para trabalhar, porque não está abrindo mesmo nós estando nessa megalope que é São Paulo repleta de hotéis, pois a mentalidade ainda é de que qualquer um faz o trabalho e não é assim.

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Também ficou inspirado depois dessa entrevista? Nós com certeza ficamos! 

 

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17 agosto 2016

Agência de viagem – 1º ano de Estágio

capa-agente-de-viagens-estagiaria-blog-falando-em-turismoEm junho comemorei 01 ano de estágio na Aru Turismo e como desde o começo eu desejava compartilhar experiências com vocês, cá estou!

O sonho da maioria das meninas que estudam turismo, depois de ser aeromoça é ser agente de viagens não é?! Quando cursava o técnico em turismo, sonhava com as viagens de última hora para lugares lindos, o uniforme parecido com os das aeromoças e nos clientes super legais que eu receberia e que levaria para sempre. Porém, quando entrei na agência fui tomada por uma medo, não me sentia a vontade no escritório e isso claro, me causava “brancos” na hora de fazer o que eu sabia.

Mas como eu amo tirar o melhor de cada situação, hoje eu venho trazer alguns dos aprendizados que adquiri nesses 12 meses:

 

  • Agente de viagens não fica parado!

Essa é uma das coisas que poucos contam: a maioria dos dias em uma agência é de correria. A agencia em que trabalho, é de pequeno porte então acabamos  fazendo de tudo um pouco. E fora isso, tem o atendimento ao cliente, cotações de passagens, hotéis, seguros viagens, pacotes e passeios, quedas de reservas – toda reserva tem um prazo para ser paga, caso expire você a perde e tem que refazer no preço do dia -, alterações de preços – exorbitantes muitas vezes – alterações de voos e ufa, ainda tem bem mais coisas. E você tem que cuidar de cada detalhe para que dê tudo certo para os eu cliente.

  • Tenha calma você está aprendendo.

Ouvi isso inúmeras vezes e pensava que era fácil falar, mas um dia eu resolvi tentar – nisso minha supervisora me ajudou bastante, é bom pedir ajuda e ser sincero com seu supervisor, de verdade! -, em meio as mil coisas que citei acima eu precisava parar, escrever as informações, expor as dúvidas que tinha e então partir para a ação.

  • Organização

É clichê mas organização é algo bem pessoal, cada um tem sua forma e eu demorei para encontrar a minha. Como disse no primeiro tópico, são muitas coisas para cuidar e no começo você se perde e é razoavelmente normal. Eu tinha muitos problemas com prazos no financeiro e com dicas de uma colega de sala que também estageia em uma agência, eu criei um calendário onde visualizava todos os prazos e assim, conseguia planejar o dia de trabalho também – e as coisas começaram a melhorar 😀

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  • Clientes e parceiros que você encontra pelo caminho

Uma das coisas mais legais que eu ouvia da profissão é o contato com as pessoas e no começo eu sentia muita falta disso afinal, eu só tinha contato por telefone e e-mail. Aos poucos fui descobrindo que o contato com os parceiros – empresas maiores que usamos para fazer cotações e etc – é algo muito valioso, ele te ajuda e você o ajuda também, você pode ser verdadeiro e dizer “olha, eu não sei disso, você me explica como funciona?”. Uma experiência que vou levar para sempre foi cotar uma locação de carro e descobrir que a atendente era minha colega de sala, isso nos aproximou para conversarmos sobre nossas áreas. Foram os colegas de trabalho que estão com você na hora do erro e na hora que dá tudo certo também, que te ensina com o jeito dele e isso é enriquecedor.

O legal nos clientes é que cada um tem o seu jeito, sua forma de adquirir o serviço e você vai aprendendo com ele. É bem raro, mesmo, encontrar clientes difíceis.

  • Você aprende muito!

Todos os dias – para ser mais clara – desde o meu cargo de estagiária até as minhas chefes pois as cias aéreas mudam regulamentos, práticas de trabalho, setores se atualizam e você vai se adequando. Você aprende muito mesmo sobre destinos ao montar roteiros, aprende a comunicar aquilo que você quer e como quer e com quem você deve falar certo assunto. Levo isso para a vida!

  • Desafiante: você precisa estar aberto (a) a se desafiar a aprender algo novo.

Esse foi um dos meus maiores aprendizados nesse primeiro ano. Por ter estudado a matéria, eu acreditava que já sabia bastante e só precisava aprender além disso, mas logo no começo tive um choque de realidade: eu precisava re-aprender pois aquele era um complemento prático daquilo que aprendi e também, uma nova experiência. Quando entendi isso comecei a me desafiar a aprender mais e mais daquilo e tem dado certo!

+ Leia mais sobre meu primeiro estágio: Tour pela Profissão Bartender

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No fim, trabalhar em agência é todo o tempo uma novidade e um desafio, mas que vale a pena se você usar para a vida em si. Agradeço imensamente a cada um que não me deixou desistir lá no comecinho e também, a oportunidade que tive de amadurecer e aprender nessa área apaixonante e agitada!

Você também faz parte do time dos estagiários? Ou trabalha em uma agência? 

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12 agosto 2016

05 Coisas que todo estudante de turismo ouve # Dia do Estudante

Estudar turismo por si só é conhecer uma coisa nova a cada dia e é também, quebrar paradigmas – por ser uma área diferente existem muitas  suposições inusitadas como:

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Imagem via: We Heart It – @dwyne

  • Vai viver viajando né?!

Ou “Vai estudar para ser turista?” Essa é a mais usada e com certeza até você, antes de estudar turismo, deve ter se questionado sobre: mas não, nós não vivemos apenas viajando, também estudamos bastante sobre a viagem, ainda mais na faculdade.

  • Turismo é fácil demais!

Entre outros comentários esse é o que mais nos faz revirar os olhos rs. Dentro do turismo temos muitas áreas que poucos conhecem, como a área de exatas – está liberado o semblante de surpresa -, que podem ser ou não fáceis para nós estudantes.

  • Esse negócio de turismo dá dinheiro?

Graças ao bom Deus, turismo é sim um trabalho remunerado. As vezes bem e as vezes nem tão bem assim, varia muito da empresa e do cargo ocupado.

  • Vai estudar para mostrar os lugares da cidade para gringo? f1cfd7bc11a1fe23bcc72f184e28d27a

Apesar de nos fazer pensar, essa pergunta não deve nos tomar muito tempo, pois estudamos sobre o atrativo afim de planejarmos ações para ele, pois para ser guiar alguém até lá e o apresentá-lo  é necessário fazer um curso diferenciado.

  • Você fala quantas línguas? Já conheceu qual país?

f907ab04bf240193e82bfd58d371f1d7Essas perguntas são as mais tranquilas e que mais doem no nosso coraçãozinho – quando não temos estas experiências claro. Para estudar e conhecer o turismo, inicialmente, você não precisa ter estes requisitos, mas quando estiver no mercado de trabalho, sim!

 

+ Leia: Qualidades para amar e trabalhar com Turismo 

            Tour: Para ser guia de turismo é preciso faculdade?

 

E esse foi um post colaborativo feito com as colegas de sala para comemorar o Dia do Estudante, afinal, já são 03 anos respondendo a essas perguntas e nos apaixonando cada dia mais pela área ♥ 

Artigo feito com colaboração das estudantes de turismo: Ana Cláudia SouzaVanda AraujoGleicy Kelly – Natalia Rocha

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09 agosto 2016

Check in: Conhecendo e nos perdendo no Museu de Arte Sacra de São Paulo

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Nossa última visita técnica antes das férias,  foi ao Centro Histórico de São Paulo por conta  da matéria: Patrimônio Histórico Cultural – que  entrou para a lista das melhores matérias. Visitamos e conhecemos um pouco mais da história de lugares como a Pinacoteca do Estado de São Paulo – pinacotecas existem em todo o mundo e são lugares feitos para expor arte -, como a Vila dos Ingleses – que foi habitada pelos engenheiros responsáveis pela Estação da Luz – e passamos pelo Mosteiro da Luz, onde se localiza o museu.

Dei um pulo de alegria – sim, sou dessas – quando nossa professora nos chamou para entrar no Mosteiro da Luz, pois era um lugar que eu ouvia falar muito nas épocas de Natal por conta dos presépios e tinha o desejo de conhecer.

Composto pela igreja, o convento das Monjas Concepcionistas (OIC – Ordem da Imaculada Conceição da Bem-Aventurada Virgem Maria) que está ainda em atividade, loja de compras e onde se pode adquirir a pílula de Frei Galvão, um jardim, barraca de alimentação, sala de cursos e claro, o Museu de Arte Sacra que possui diversas obras de artistas como Aleijadinho a artistas desconhecidos, bem como feitas de diversos materiais e diversas épocas e estilos.

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Ao entrar no Museu, é necessário se identificar e guardar seus pertences em um guarda-volumes e passar por uma revista rápida.
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O museu é repleto de janelas como estas onde se pode observar este lindo jardim.  Ficamos tão encantadas  que acabamos no perdendo do grupo haha, nessa procura acabamos por conhecer mais algumas salas com obras em miniaturas.
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As obras estão dispostas por épocas e assim, é possível comparar o estilo da arte ao seu tempo. Há ainda uma sala onde está um esboço da construção do Mosteiro da Luz e amostras de como eram construídas as estruturas do local – é incrível ver de perto!
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O Mosteiro por completo está preservado e a sua estrutura ao público, como banheiros e demais áreas devidamente sinalizadas.

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Acesso aos sanitários.

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Há ainda alguns cursos gratuitos e pagos onde você pode aprender sobre temas relacionados a arte e história, você pode saber mais no site.

É um local agradável para se deliciar com o silencio, a fé, a arte e viajar no tempo.

 

Quer conhecer?

Endereço: Avenida Tiradentes, 676, Luz, São Paulo, SP.
Site: Museu Arte Sacra

Você conhecia o museu? Qual a sua impressão sobre ele?

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Beatriz Lopes
Estudante de Turismo, tecnica em hospedagem. Amo escrever, adquirir e passar conhecimento. Escolhi turismo para realizar sonhos, e o blog se tornou o meu.
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