01 setembro 2016

Blog Day – Comemoração na Blogsfera

No dia 31 de Agosto é comemorado internacionalmente o Blog Day, a escolha da data aconteceu por conta dos números, que remetem  a palavra Blog: 3108.

No último ano eu acabei deixando de fazer algo especial neste dia, mas hoje não quis deixar de participar e compartilhar com vocês os blogs de viagem que eu mais gosto de acompanhar ♥

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Tour Nosso de Cada Dia

Foi o primeiro blog que eu li sobre viagens e que me inspirou muito a criar um! A Aline e o Thiago viajam o mundo e o Brasil e dão dicas valiosas do que fazer e como se preparar para cada viagem. O primeiro artigo que li foi sobre Jericoacoara e me apaixonei mais ainda.

Ta indo pra onde?

A autora  é a turismóloga Fernanda Scafi que dá dicas de hospedagem e lugares para conhecer em casa destino, além de contar suas experiências em intercâmbio pelos países:

A menina da Janela
Encontrei o blog da Laura no grupo do facebook: Blogs Out And About. Amei encontrar  listas de países para conhecer e mil motivos para se aventurar em cada um (ela dá dicas também de como se organizar para a aventura!)

Viaje na viagem
Uso muito o Viagem na Viagem no trabalho e ele dá dicas valiosas sobre melhores épocas para ir a determinado lugar, melhores formas de chegar ao local e possuem também um mapa interativo.

Outro Blog
Descobri o trabalho da Katarina Hollanda por acaso e me identifiquei muito! O blog fala de lugares novos e diferentes para conhecer, para comer e beber e para comprar tanto dentro do Brasil como fora.

Chata de Galocha

Vocês já devem ter visto muito o blog da Lu Ferreira por aqui. A idéia deste nome é justamente pela “chatice” que ela tem ao utilizar um serviço, seja um restaurante, aeroporto, destino e hospedagem. Não preciso dizer que me identifico né.

Loma Kim
Você é entusiasta da Asia? Então, vai amar seguir a Loma Sernaiotto que ama e atualmente está realizando o sonho de morar na Coreia do Sul. Ela criou um novo blog para dividir cada minuto de suas viagens como: distâncias, restaurantes que aceitam cachorros e cidades a conhecer por lá.

Além de seguir e viajar com esses blogs, me motivo a seguir com meu sonho de um dia ser referencial de viagens com o Falando em Turismo. Obrigada aos autores destes blogs neste dia! 

E quais são os seus blogs preferidos sobre viagem? Compartilha comigo ♥


 

Esse post faz parte da blogagem coletiva do grupo Bloggers Out and About.

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28 agosto 2016

Matéria Curiosa: Transportes

matéria--transportes-faculdade-de-turismo-Uma das matérias que existem na faculdade de turismo é a de transportes, e neste semestre que passou pude perceber que foi uma das que mais gostei!
O conhecimento da professora ajudou muito, mas a matéria em si te dá aquela vontade de estudar, de ir as aulas descobrir novos meios de transporte e saber além do motivo da criação de cada um, as tecnologias que se desenvolveram até os dias atuais, é realmente muito bacana!
Aqui, vou contar um pouquinho do que aprendi para vocês:

O que tem a ver com turismo?
Exatamente TUDO! Basicamente não há como fazer turismoque é o ato de passar mais de 24 horas e menos de 01 ano em um local – sem utilizar algum meio de transporte, pois eles são meios de se chegar ao local e também, são utilizados no mesmo.

Quais existem?
Já foram utilizados muitos tipos de transportes até mesmo antes da invenção da roda, mas vamos aos mais atuais:

Fonte: Pixabay

Fonte: Pixabay

  • Hidroviários: Esse é o nome que se dá ao transportes que se movem nas águas sendo eles Marítimos, Fluviais (navegam nos rios) e Lacustres (navegam em lagos e espaços menores).

 

  • Ferroviário: Este tipo é o mais diferenciado não se restringe somente a parte terrestre (seja levando passageiros ou cargas), há também a ferrovia aérea! Você sabia que um teleférico, um funicular, uma telecadeira ou um telesqui tem o mesmo efeito de transporte por serem guiados por cabos mas pelos ares.

 

  • Rodoviário: Este é aquele que conhecemos mesmo: carros, ônibus, motocicletas, caminhões e até mesmo bicicleta, pois utilizam o chão para se locomover e transportar pessoas.

 

  • Aéreo: Este é outro meio diferenciado comumente conhecemos como transporte aéreo apenas aviões, helicópteros e dirigíveis, mas são considerados também os asa deltas, balões e planadores.

Vantagens de cada um deles:

Os hidroviários possuem uma maior opção de lazer atualmente (como podemos perceber nos navios) e seus períodos de viagens são maiores.

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Fonte: Pixabay

Não é tão comum aqui no Brasil, mas em outros países as viagens são feitas através de trens que oferecem hospedagem e serviços de alimentação a bordo.

Bônus:

  • Transporte Espacial: Este meio não estudamos na matéria de transporte (afinal, o turismo é interdisciplinar) – mas apresentamos um trabalho sobre esse meio de transporte em que há algum tempo já vem sendo um desejo do homem: conhecer as órbitas. Esse transporte pode ser feito de  foguete e aeronave espacial a um custo alto.

Nessa matéria, aprendemos também sobre como funcionam estes meios de transportes como produtos a serem oferecidos pelos agentes de viagens. E como disse ali em cima, vai ter spoiler do meu tema de trabalho de conclusão de curso: escolhemos um tema que tem a ver com eventos em transportes hidroviários, mas depois da entrega final eu conto tudo para vocês 😀

Você gostou desse texto? Então deixa seu comentário!

>> 02 minutos é o tempo que você levará para me ajudar nesta pesquisa! <<

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19 agosto 2016

Turismo, hotelaria, gastronomia e um amor: transmitir conhecimento! – Entrevista Patricia Macchia

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Ficamos muito felizes com o retorno de vocês em nossa primeira entrevista e como já fazia parte do projeto, hoje trago mais uma inspiração: a professora Patricia Macchia. Ela nos falará do amor que sente pela gastronomia, hotelaria e turismo – que não se separam um só minuto – e de tantas coisas boas que ela sente ao compartilhar conhecimento com seus alunos.

 

Falando em Turismo: Como chegou até o curso de Gastronomia?

Patricia: Bom, a Gastronomia entrou na minha vida como segunda formação, já trabalhava na área de enfermagem e eu resolvi mudar por um pouco por conta da pressão e do ambiente difícil e passeando no shopping, vi um quiosque escrito “Processo seletivo para alunos de Gastronomia na Universidade Paulista”  e me interessei. Despretensiosamente prestei vestibular e fui aprovada, ingressei numa turma de meio ano e como o curso era tecnólogo logo me formei.

E durante o curso eu tive um professor chamado Wilian Estevão, formado em Turismo que me incentivou muito a dar continuidade aos estudos e ir para a docência.

Porque eu tinha curiosidade e a docência precisa que você seja curioso que você não se contente só com aquilo que está sendo apresentado a você, então essa curiosidade e esse professor me guiando me levaram a logo que eu conclui o curso a prestar uma prova para docência com ênfase em hotelaria, gastronomia e turismo mesmo, então, eu fui me habilitar para ser professora nessa área no Senac. E nesse curso foi que eu comecei a ter contato com o turismo e a hotelaria, pois a minha melhor amiga no curso era Concierge no Sheraton e tinha inclusive o “Le Cledor” e as chaves da cidade de São Paulo que é uma graduação bem avançada na hotelaria e ela me introduziu esse mundo da hotelaria que me deixou muito mais curiosa e um colega nosso que era Turismólogo formado pela USP e nesse momento eu entendi que a USP é uma excelente faculdade, mas é muito teórica e o turismo precisa de um pouco dos dois: teoria e prática, e eu sentia falta nele do operacional mas ele começou a trabalhar em uma agência de viagens e eu passei a conheci o universo do turismo e da hotelaria e comecei a fazer os elos com a gastronomia.

O que foi fantástico pois me deu oportunidade de saber o que eu precisava ensinar pro meu aluno de hotelaria sobre gastronomia, o que eu precisava ensinar pro meu aluno de turismo sobre gastronomia e o que eu precisava ensinar sobre o gastrólogo sobre gastronomia.

O turismo tem além do receptivo ,  passar informações sobre a cultura e a localidade e cultura gastronômica inclusive. O hoteleiro está na parte de serviços, mesmo de como receber, o que apresentar, de que forma omo se portar e o gastrólogo é o operacional o chefe de cozinha que todos acham que é o glamour de revista mas que não tem nada disso, na verdade é um operacional bem pesado inclusive.

E na pós, com esses amigos eu fui conhecendo as três áreas ao mesmo tempo, porque na graduação só havia tido acesso ao operacional mesmo.

 

FET: Quando surgiu a vontade de seguir nesse mundo dos sonhos que envolve o Turismo?

Patricia: Então, na verdade eu não me sinto atrelada a nenhum deles especificamente. Tem muitas  coisas no turismo que eu gosto, que eu conheci e hoje eu já vejo o turismo de outra forma e não consigo mais ver como turista. Eu sou apaixonada pela hotelaria, mesmo! E há algumas coisas que ainda me envolvem na gastronomia. E eu não saberia falar de uma coisa só, primeiro que as três áreas estão intimamente ligadas, não dá para falar de turismo sem falar de hotelaria ou de gastronomia.

Um exemplo é quando alguém diz: “Aí fui viajar para Fortaleza” e você logo pergunta “E você comeu as tapiocas de lá?” ou outro destino, você sempre pergunta se a pessoa comeu algo típico porque é a primeira coisa que nos remete: uma paisagem ou um alimento e as vezes ao mesmo tempo.

 

FET: Quando decidiu optar pela área acadêmica?

Patricia: Eu nunca imaginei, depois de velha, que eu fosse para outra que não a médica, pois sempre trabalhei muito nisso.

A docência ela sempre permeou na minha vida porque a minha primeira formação foi o magistério, porque na minha época existia esse curso e acho que vocês nem devem saber o que é: quando você chegava no colegial, podia terminar o colegial normalmente ou você podia fazer o magistério que numa época antes da minha se chamava “curso normal” e era onde as mulheres iam se preparar para ser professoras na pré-escola e eu já lecionava educação infantil e a docência só saiu nessa parte da minha vida.

E o turismo e a hotelaria só complementaram a gastronomia pra mim e foi uma oportunidade incrível que eu tive. Sou  da última turma do Senac de docência para ensino superior com ênfase em turismo e hotelaria, depois disso eles tem docência para ensino superior onde há publicidade, direito e só.

E quando meus colegas iam apresentar os trabalhos, os turismólogos e hoteleiros, eu ficava fascinada pelo que eles estavam falando e então eu comecei a ver e modificar a lente já naquela época e convivendo com vocês, aprendendo junto com os alunos e tentando deixar as minhas disciplinas bastante presentes na área de de atuação de vocês, aí não tem jeito você vai desbravando e por curiosidade, eu fiz muita visita técnica em hotéis com a hotelaria, em aeroportos, com o pessoal de turismo nas viagens mesmo não precisando ir eu fazia questão de ir, mas foram coisas que eu fui buscando e todas elas tinham a gastronomia envolvido, afinal, todo mundo precisa comer rs.

 

FET: O que já aconteceu de mais inusitado e engraçado?

Patricia: Engraçado é toda aula né. É você estar na frente de uma sala com 124 alunos e não conseguir falar “salsicha” de jeito nenhum e todo mundo esperando sair a palavra direito e não saia. É você virar para passar  matéria na lousa e aparecer uma bolinha de papel que era para um aluno e veio parar na professora. Já entrei em sala errada e comecei a dar aula, já fui dar aula em um campus quando era outro e só perceber quando a menina da sala dos professores avisou e eu sai como uma louca para o outro, é muita coisa que acontece, eu já cai do palanque, já perdi um salto subindo no palanque e ficou, já fiz de tudo!

Mas a profissão é maravilhosa, esse contato com pessoas é o que faz a gente não conseguir sair. Você pode dizer que eu poderia ganhar mais, ganhar com os cupcakes que faço, com a comida ou como consultora em um lugar mas eu não teria isso que eu tenho, essa oportunidade e envolvimento. Por mais que você fale que precisa distanciar, tem gente que consegue distanciar mas eu sou assim: se eu não estiver próxima eu não trago pra mim e não compartilho, mesmo sabendo que nem todo mundo quer ficar próximo e nem todo mundo fica.

 

FET: O que ninguém  sabe sobre a sua profissão? 

Patricia: Eu acho que todo mundo sabe tudo sobre o professor, o que falta é as pessoas acreditarem no que a gente fala. As vezes a pessoa lembra do que você disse numa situação que já não tem mais volta como quando você diz que o importante não é você ter seu certificado é você ter aprendizado, que o certificado hoje não é a coisa mais difícil do mundo existe um acesso mais fácil , eu por exemplo quando fiz magistério não tive química física e biologia pois o foco era humanas e eu prestei vestibular com essas matérias que não tive e eu entrei na faculdade. Então, o acesso a faculdade não é dificil só que o que a gente precisa entender que quem seleciona é o mercado de trabalho, só que ele seleciona a partir  base naquilo que você adquiriu de conhecimento até aqui, independente da universidade que você faça pois quem faz a universidade é o aluno, pois o professor pode dar aula em diversas faculdades caras e baratas e o conteúdo é bem próximo e a gente procura passar para vocês, mas só aprende quem quer. Você pode passar na prova, que é a teoria um papel escrito mas no seu dia a dia você precisa provar que aprendeu aquilo, colocar na prática o conhecimento.

O que ninguém sabe da minha profissão é primeiro é que tudo que um professor quer é que você cresça e vença, mesmo, porque ninguém escolhe ser professor por salário, é mais por amo mesmo. E segundo é que, ao menos para mim, ela é maravilhosa: a energia e o retorno que você recebe é maravilhoso não há como quantificar e mensurar a alegria de ver um aluno bem colocado ou que lembra que daquele dia, daquela aula, daquela conversa e é algo que os outros podem não perceber mas a gente percebe e é motivador e isso te faz ser melhor e no meu caso eu senti muito mais responsabilidade quando eu comecei a  ministrar matérias que não eram apenas de gastronomia e passei meses estudando pois aquilo é para vocês é a vida de vocês daqui para frente. E muitas vezes o aluno não tem noção disso, do quanto é importante você fazer parte da vida do aluno.

 

FET: Ainda falta realizar algum sonho?

Patricia: Nossa, profissionalmente falta e eu acho que vai um pouco daquilo que falei acima, ver vocês colocando em prática o que nós ensinamos porque esse é o nosso combustível. Falta aparecer alguém de boa vontade, um governante que realmente acredite que a gente precisa de pessoas capacitadas para desenvolver os cargos, porque não adianta nada enfiar a pessoa na faculdade sem dar uma base pois ela ficará frustrada. E eu gostaria muito de ver a profissão de vocês regulamentadas e a de gastrólogo também, pois eu tive a oportunidade de desenvolver um cardápio para um lugar bem específico  e tive que pagar uma nutricionista para assinar algo que eu desenvolvi, porque eu não tenho um conselho que me rege. Desejo ver todos os meus alunos realizados profissionalmente e que nenhum saia daqui  frustrados e  que o esforço de vocês seja valorizado, em todos os sentidos, tanto pelo respeito a profissão e sua importância e pela remuneração. E acho que meu maior sonho é ter turma para trabalhar, porque não está abrindo mesmo nós estando nessa megalope que é São Paulo repleta de hotéis, pois a mentalidade ainda é de que qualquer um faz o trabalho e não é assim.

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Também ficou inspirado depois dessa entrevista? Nós com certeza ficamos! 

 

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17 agosto 2016

Agência de viagem – 1º ano de Estágio

capa-agente-de-viagens-estagiaria-blog-falando-em-turismoEm junho comemorei 01 ano de estágio na Aru Turismo e como desde o começo eu desejava compartilhar experiências com vocês, cá estou!

O sonho da maioria das meninas que estudam turismo, depois de ser aeromoça é ser agente de viagens não é?! Quando cursava o técnico em turismo, sonhava com as viagens de última hora para lugares lindos, o uniforme parecido com os das aeromoças e nos clientes super legais que eu receberia e que levaria para sempre. Porém, quando entrei na agência fui tomada por uma medo, não me sentia a vontade no escritório e isso claro, me causava “brancos” na hora de fazer o que eu sabia.

Mas como eu amo tirar o melhor de cada situação, hoje eu venho trazer alguns dos aprendizados que adquiri nesses 12 meses:

 

  • Agente de viagens não fica parado!

Essa é uma das coisas que poucos contam: a maioria dos dias em uma agência é de correria. A agencia em que trabalho, é de pequeno porte então acabamos  fazendo de tudo um pouco. E fora isso, tem o atendimento ao cliente, cotações de passagens, hotéis, seguros viagens, pacotes e passeios, quedas de reservas – toda reserva tem um prazo para ser paga, caso expire você a perde e tem que refazer no preço do dia -, alterações de preços – exorbitantes muitas vezes – alterações de voos e ufa, ainda tem bem mais coisas. E você tem que cuidar de cada detalhe para que dê tudo certo para os eu cliente.

  • Tenha calma você está aprendendo.

Ouvi isso inúmeras vezes e pensava que era fácil falar, mas um dia eu resolvi tentar – nisso minha supervisora me ajudou bastante, é bom pedir ajuda e ser sincero com seu supervisor, de verdade! -, em meio as mil coisas que citei acima eu precisava parar, escrever as informações, expor as dúvidas que tinha e então partir para a ação.

  • Organização

É clichê mas organização é algo bem pessoal, cada um tem sua forma e eu demorei para encontrar a minha. Como disse no primeiro tópico, são muitas coisas para cuidar e no começo você se perde e é razoavelmente normal. Eu tinha muitos problemas com prazos no financeiro e com dicas de uma colega de sala que também estageia em uma agência, eu criei um calendário onde visualizava todos os prazos e assim, conseguia planejar o dia de trabalho também – e as coisas começaram a melhorar 😀

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  • Clientes e parceiros que você encontra pelo caminho

Uma das coisas mais legais que eu ouvia da profissão é o contato com as pessoas e no começo eu sentia muita falta disso afinal, eu só tinha contato por telefone e e-mail. Aos poucos fui descobrindo que o contato com os parceiros – empresas maiores que usamos para fazer cotações e etc – é algo muito valioso, ele te ajuda e você o ajuda também, você pode ser verdadeiro e dizer “olha, eu não sei disso, você me explica como funciona?”. Uma experiência que vou levar para sempre foi cotar uma locação de carro e descobrir que a atendente era minha colega de sala, isso nos aproximou para conversarmos sobre nossas áreas. Foram os colegas de trabalho que estão com você na hora do erro e na hora que dá tudo certo também, que te ensina com o jeito dele e isso é enriquecedor.

O legal nos clientes é que cada um tem o seu jeito, sua forma de adquirir o serviço e você vai aprendendo com ele. É bem raro, mesmo, encontrar clientes difíceis.

  • Você aprende muito!

Todos os dias – para ser mais clara – desde o meu cargo de estagiária até as minhas chefes pois as cias aéreas mudam regulamentos, práticas de trabalho, setores se atualizam e você vai se adequando. Você aprende muito mesmo sobre destinos ao montar roteiros, aprende a comunicar aquilo que você quer e como quer e com quem você deve falar certo assunto. Levo isso para a vida!

  • Desafiante: você precisa estar aberto (a) a se desafiar a aprender algo novo.

Esse foi um dos meus maiores aprendizados nesse primeiro ano. Por ter estudado a matéria, eu acreditava que já sabia bastante e só precisava aprender além disso, mas logo no começo tive um choque de realidade: eu precisava re-aprender pois aquele era um complemento prático daquilo que aprendi e também, uma nova experiência. Quando entendi isso comecei a me desafiar a aprender mais e mais daquilo e tem dado certo!

+ Leia mais sobre meu primeiro estágio: Tour pela Profissão Bartender

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No fim, trabalhar em agência é todo o tempo uma novidade e um desafio, mas que vale a pena se você usar para a vida em si. Agradeço imensamente a cada um que não me deixou desistir lá no comecinho e também, a oportunidade que tive de amadurecer e aprender nessa área apaixonante e agitada!

Você também faz parte do time dos estagiários? Ou trabalha em uma agência? 

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12 agosto 2016

05 Coisas que todo estudante de turismo ouve # Dia do Estudante

Estudar turismo por si só é conhecer uma coisa nova a cada dia e é também, quebrar paradigmas – por ser uma área diferente existem muitas  suposições inusitadas como:

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Imagem via: We Heart It – @dwyne

  • Vai viver viajando né?!

Ou “Vai estudar para ser turista?” Essa é a mais usada e com certeza até você, antes de estudar turismo, deve ter se questionado sobre: mas não, nós não vivemos apenas viajando, também estudamos bastante sobre a viagem, ainda mais na faculdade.

  • Turismo é fácil demais!

Entre outros comentários esse é o que mais nos faz revirar os olhos rs. Dentro do turismo temos muitas áreas que poucos conhecem, como a área de exatas – está liberado o semblante de surpresa -, que podem ser ou não fáceis para nós estudantes.

  • Esse negócio de turismo dá dinheiro?

Graças ao bom Deus, turismo é sim um trabalho remunerado. As vezes bem e as vezes nem tão bem assim, varia muito da empresa e do cargo ocupado.

  • Vai estudar para mostrar os lugares da cidade para gringo? f1cfd7bc11a1fe23bcc72f184e28d27a

Apesar de nos fazer pensar, essa pergunta não deve nos tomar muito tempo, pois estudamos sobre o atrativo afim de planejarmos ações para ele, pois para ser guiar alguém até lá e o apresentá-lo  é necessário fazer um curso diferenciado.

  • Você fala quantas línguas? Já conheceu qual país?

f907ab04bf240193e82bfd58d371f1d7Essas perguntas são as mais tranquilas e que mais doem no nosso coraçãozinho – quando não temos estas experiências claro. Para estudar e conhecer o turismo, inicialmente, você não precisa ter estes requisitos, mas quando estiver no mercado de trabalho, sim!

 

+ Leia: Qualidades para amar e trabalhar com Turismo 

            Tour: Para ser guia de turismo é preciso faculdade?

 

E esse foi um post colaborativo feito com as colegas de sala para comemorar o Dia do Estudante, afinal, já são 03 anos respondendo a essas perguntas e nos apaixonando cada dia mais pela área ♥ 

Artigo feito com colaboração das estudantes de turismo: Ana Cláudia SouzaVanda AraujoGleicy Kelly – Natalia Rocha

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Beatriz Lopes
Estudante de Turismo, tecnica em hospedagem. Amo escrever, adquirir e passar conhecimento. Escolhi turismo para realizar sonhos, e o blog se tornou o meu.
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